quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O sentido da vida contado a dois.

Prezados amigos;
Antes de mais nada quero desejar-lhes um FELIZ ANO NOVO.
Hoje, 01° dia do ano de 2009, gostaria de compartilhar com vocês um texto de uma pessoa muito especial para mim, publicado no BLOG BOCANUTROMBONE(http://www.bocanutrombone.blogspot.com/), no qual fiz um comentário muito emocionante para mim.
Tanto o texto quanto meu comentário falam de vida; do sentido da vida.
Pelo fato de nosso blog GRITO-VERDE tratar de VIDA, abro este espaço para divulgar o texto da jornalista Layana Brasil.
Espero que vocês gostem da leitura e conteúdo.

Um feliz 2009 para todos e para nosso querido Planeta Terra.
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Por Layana Brasil
(http://www.bocanutrombone.blogspot.com/)
Lição do Ano

Este blog, se fosse gente, teria uma raiva danada de mim. O trato feito mulher de malandro, usando-o ao meu bel prazer, escrevendo só quando me dá na telha e abandonando-o quando a vida está mais colorida fora do mundo da web.
E este ano, se a vida não esteve colorida 100% do tempo, esteve bem movimentada. O ano passou rápido (todos dizemos isso) e a impressão que dá é que não deu tempo de fazer tudo. Aliás, este tudo é bem difícil de definir... eu mesma não tinha uma "lista" do que fazer em 2008 (eu já deixei de lado este lance de resoluções de ano novo.) e não farei nenhuma para 2009.
De tudo o que aconteceu de bom e de não-tão-bom este ano (puxa, teriam rendido ótimas postagens!) o que mais levou à reflexão foi a súbita hospitalização de meu maridão. [Meu lindo foi atacado por um enxame de abelhas que lhe rendeu algumas complicações. Agora ele já está bem.]
No mesmo dia do acontecido, enquanto eu pegava umas roupas para levar ao hospital, meu filho estava inconformado com o golpe de azar e perguntava: "puxa, mas por que isso tinha que acontecer logo com meu pai?"
Bom, eu podia responder várias coisas. Poderia usar uns eufemismos e diminuir a seriedade da coisa. Poderia mesmo dar a tradicional resposta que todas as crianças odeiam "é, porque é oras!!!". Preferi ir direto ao ponto: "Edu, aconteceu isso com seu pai porque ele está vivo, trabalha, é saudável e feliz. Essa é a magia da vida: a surpresa. Nem sempre as surpresas são agradáveis, mas se você estiver vivo de verdade, elas acontecem dia após dia."
Seguiu-se um engraçado diálogo:
"Mãe, claro que é vivo de verdade... você tem cada coisa"
"Cada coisa não. Tem gente que não está vivo de verdade. Tem pessoas que não saem na rua, tem medo de tudo, são cheias de fobias, não se envolvem com nada com medo de se machucar. Essas estão vivas de mentira, só não estão mortas porque ainda respiram"
"Hehehe, eu estou vivo de verdade, vivo me machucando"
"Pois é, e vai se machucar mais vezes, vai ficar doente de vez em quando, vai brigar com alguém. Esse é o encanto. A gente vem pra cá sem saber o que vai acontecer no próximo segundo. Se a gente já chegasse com o script todo pronto, não ia ter graça nenhuma"
"É... é mesmo, não ia ser legal pra gente. Mãe, e quando a gente chegar lá hein, será que o papai vai poder me ver, será que a gente já vai poder trazer ele pra casa hoje?"
"Como eu disse, isso é surpresa. Quando eu chegar lá é que vou saber."
Ele estava bem, mas depois se complicou e passou uns dias internado, fez até umas hemodiálises. Foi interessante notar que a frase "na saúde e na doença", que os casais ouvem do padre, fez todo o sentido nestes dias. Pensei em descrever para vocês o quanto é válido cuidar de quem a gente ama muito, só pra ter mais certeza do quanto a gente ama muito, mas ia ficar um texto muito cor-de-rosa e floreado pro meu gosto. Até porque o diálogo sobre a vida que eu e Edu tivemos é desses que todos os pais deveriam ter com os filhos - poupa conflitos psicológicos e é verdadeiro.
Ah, e teve a pergunta final:
"Mas mãe... afinal de contas..... assim..."
"Fala menino!"
"O que é script hein?"


COMENTÁRIO DE GUSTAVO SZILAGYI

Quando o sol rompe a barreira do horizonte e dá as claras a cada novo dia, olho para o meu interior e agradeço a Deus por me permitir estar vivo para viver intensamente mais um dia. É mais um dia em que poderei ser filho, pai e marido. É mais um dia em que poderei estar com meus amigos, me divertir no trabalho e com ele me estressar. Porém, como são coisas que fazem parte de nossas vidas, agradeço sempre por estas oportunidades de aprender e amadurecer.
Ser marido de Layana e pai de Eduardo não é fácil, requer estudo, uma pós-graduação e muitas horas de leitura... (hehehe).
Ser feliz com eles faz parte da obviedade da vida que me foi ofertada a quase 30 anos... e como feliz sou!
Durante o ataque daquelas centenas de abelhas, temi por não poder mais agradecer ao senhor pela vida que ele havia me presenteado. Temi por não poder viver mais intensamente cada minuto de mais um dia, e poder olhar nos olhos de meus amores e dezer-lhes o quanto os amo!
Como "minha hora" não havia chegado e como vivo com muito amor e felicidade cada minuto de minha vida, seja na felicidade ou na tristeza, na saúde ou na doença; fui presenteado mais uma vez pelos meus anjos da guarda e pelo nosso pai por mais um dia de vida, e outro, mais outro... e pelo dia de hoje, o que me permite estar aqui comentando no blog de meu amor.
Não vivo por que sou feliz. Sou feliz, por isso vivo! A felicidade está dentro de cada um de nós. Para encontrá-la, temos de buscá-la em nosso interior. Temos de crer que podemos ser felizes, mesmo diante as mais difíceis situações e adversidades.
No hospital, enquanto moribundo estava em um leito "sem cor", fazia piada da situação, sorria e tirava de cada enfermeira, médico, nutricionista ou ASG um sorriso.
Ahhh, meus amigos. A magia de um sorriso... vocês sabem quanto vale um sorriso para quem está doente?!
Experimente! Olhe-se no espelho e sorria para você mesmo.
Seja feliz, e viva intensamente cada dia como se fosse o último. Garanto que vocês não irão se arrepender.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Costa brasileira é declarada santuário de baleias e golfinhos

da Agência Brasil, em Brasília

Um decreto assinado na sexta-feira (20) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva torna as águas da costa brasileira santuário de baleias e golfinhos, e reforça a proibição da caça de golfinhos e baleias nas águas sob jurisdição do país. De acordo com o decreto, "estão permitidos a pesquisa científica e o aproveitamento turístico ordenado".
A medida reforça a posição brasileira na Comissão Internacional Baleeira que, desde o fim da década de 1980, proibiu a caça e a pesca desses animais, na chamada moratória da baleia.
"Há uma queda de braço em nível internacional. O Japão faz pressão mundial para que a caça de baleias seja permitida. A criação do santuário é um recado para os predadores", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Com a declaração do santuário publicada no Diário Oficial da União, o Brasil passará a defender oficialmente em foros internacionais a integração de políticas para conservação das baleias e golfinhos em todo o Atlântico Sul, o que inclui Argentina, Uruguai e países da costa da África.
"O que era orientação política à chancelaria brasileira, agora é uma determinação legal. Em discussões internacionais, o Brasil vai ter que se posicionar contra essa atividade", explicou o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Mello.
A aprovação do santuário atende a um pedido de organizações não-governamentais ambientalistas, feito em maio de 2008 e que, por meio de 13 mil assinaturas, reivindicou mais apoio para a criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul.

Fonte: Folha On Line - 23/12/2008

ONU afirma que 2008 foi o 10º ano mais quente desde meados do século 19

O ano de 2008 foi o décimo mais quente desde 1850, quando começaram a ser feitos os registros, segundo estimativas preliminares da Organização Meteorológica Mundial (OMM). O relatório aponta que houve fenômenos meteorológicos extremos neste ano em diferentes partes do mundo, o que confirma a tendência de aquecimento global do planeta.
O estudo aponta a variabilidade dos fenômenos observados: temperaturas mais altas que o normal em partes da Europa, o inverno menos frio registrado em áreas da Escandinávia e frio extremo --em alguns casos inclusive com recordes históricos-- na América do Sul, principalmente na Argentina.
Como contraste, as temperaturas médias em julho foram superiores em 3ºC em grande parte de Argentina, Paraguai, Uruguai, sudeste da Bolívia e sul do Brasil.
"Em tudo isto, vemos a manifestação da variabilidade existente", destacou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud. A seca foi um fenômeno persistente em vários lugares ao longo de 2008, entre eles Portugal e Espanha, na Europa, e Argentina, Paraguai e Uruguai, na América do Sul, com efeitos muito graves sobre a agricultura destes três últimos países.
Jarraud ressaltou que, como parte das variações sofridas pelo clima, 2008 foi um ano mais frio em relação à média registrada entre 1997 e 2007, embora tenha sido o décimo mais quente da história meteorológica.
O ligeiro esfriamento deste ano em comparação com os anteriores foi provocado pelo fenômeno de La Niña, de acordo com o especialista.

Fonte: Folha On line - 16/12/2008

Cai desmatamento no Amazonas, diz Ibama

Por: KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

O índice de desmatamento em floresta primária no Amazonas foi reduzido de 1.558,16 km2 em 2003 para 479 km2 neste ano, anunciou ontem o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), com base em estimativas feitas pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Em Lábrea, o único dos 62 municípios do Amazonas incluído na lista dos 36 campeões de desmates na Amazônia, a marca de 471,91 km2 de floresta derrubada em 2003 caiu para 54,16 km2 neste ano.
Os números são do Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), do Inpe.
O gerente-executivo do instituto no Amazonas, Henrique Pereira, credita a queda nos índices de desmatamento à política federal de combate à exploração ilegal de madeira e também à criação de unidades de conservação como as reservas extrativistas do Médio Xingu e Ituxi e o parque nacional do Mapinguari, que eram alvo da ação tanto de madeireiros como de grileiros.
"O trabalho que decorre dessas ações tem dado um sinal muito claro à sociedade amazonense de que o desmatamento ilegal no Amazonas é um crime que não compensa economicamente", disse Pereira.
Nas ações de campo, o Ibama no Amazonas também executou operações que resultaram em multas totais de R$ 382,1 milhões neste ano.

Fonte: Folha On Line - 17/12/2008

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A dor que nunca passa

Por: Marina Silva
De Brasília (DF) - Portal Terra


Nos anos 1970, quando abriam a BR-364 no Acre, ela cortou ao meio o Seringal Bagaço, onde eu morava com minha família. À derrubada da mata seguiu-se uma epidemia violenta e incontrolável de sarampo e malária.
Era gente doente ou morrendo em quase todas as casas. Perdi um primo e meu tio Pedro Ney, que foi uma das pessoas mais importantes da minha infância. Morreu minha irmã de quase dois anos e, quinze dias depois, outra irmã, de seis meses. Seis meses depois, morreu minha mãe. Tudo era avassalador, assustador. Uma dor enorme, extrema, que nunca passou. Para sair disso, tivemos que reconstruir, praticamente, o sentido inteiro do mundo. Aceitar o inaceitável, mas carregá-lo para sempre dentro de si. Ir em frente, enfrentar a dureza do cotidiano, sobreviver, cuidar dos outros. Viver, enfim, e dar muito valor à vida e às pessoas.
Em 1985, numa das maiores enchentes do rio Acre em Rio Branco, eu morava no bairro Cidade Nova, na periferia da cidade, numa pequena casa de onde tivemos que sair às pressas, levando o que foi possível numa canoa. O resto foi levado pelas águas, inclusive o único retrato que tínhamos de minha mãe.
Penso agora nisso tudo e acho que consigo entender o que sentem os catarinenses, mas ainda estou longe de alcançar o significado estarrecedor de uma perda tão total e instantânea como a que sofreram.
Na escuridão, o morro descendo, destruindo tudo, a busca desesperada pelos filhos, a impotência. E, depois, descobrir-se só em meio ao caos: acabou a casa, foram-se as pessoas amadas, o lugar no mundo. Não há mais nada, só a vida física e a força do espírito.
Meus filhos andam pela casa com todo vigor, com toda a beleza da juventude, e sequer consigo imaginar o que seria, de uma hora para outra, vê-los engolidos pela terra, debaixo de toneladas de escombros ou mutilados para o resto da vida. É algo terrível demais até no plano da imaginação. Fere a própria alma tão fundo que chega a ser impossível entender plenamente a profunda tristeza de quem enfrenta essa realidade.
Na Londres de 1624, os sinos da catedral de São Paulo, onde o poeta John Donne era o Deão, tocavam quase ininterruptamente anunciando as milhares de mortes causadas pela peste. Atingido por grave enfermidade (que chegou a ser confundida com a peste) Donne escreveu então um de seus textos mais conhecidos, a Meditação XVII: "Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de teus amigos ou mesmo tua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca mandes indagar por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti."
Hoje, no mundo, os sinos dobram por todos nós e para nos acordar. Grandes desastres podem virar acontecimentos corriqueiros. Não se pode afirmar peremptoriamente que a tragédia de Santa Catarina deriva, em linha direta, das mudanças climáticas identificadas no relatório do IPCC, o Painel Internacional de Mudanças Climáticas da ONU. Mas em tudo se assemelha às previsões de possíveis impactos da mudança no clima do sul do Brasil, até o final do século 21.
A natureza, numa pedagogia sinistra, parece exemplificar o que significam esses fenômenos extremos que, em várias regiões do planeta, tenderão a provocar períodos de seca muito mais severos e outros com precipitações intensas.
As ações de mitigação necessárias e as adaptações para enfrentar esses efeitos e reduzir nossa vulnerabilidade diante deles ainda são precárias e estão atrasadas. Os países ricos, detentores de recursos, conhecimento e tecnologia, já avançam em medidas para se proteger. As piores conseqüências deverão recair sobre os países pobres e os em desenvolvimento. A urgência é auto-explicável. Não é um cientista quem o diz e nem um livro. É a natureza, cujos avisos e alertas têm sido insanamente ignorados.
O Brasil, que ontem lançou o seu Plano Nacional de Mudanças Climáticas, não tem como deixar de fazer a sua parte, mesmo sem os meios disponíveis nos países ricos. O acontecido em Santa Catarina é um sintoma e deve ser seguido de um esforço de grandes proporções, de início imediato, para tentar evitar que se repita.
É preciso que cada um de nós, autoridades públicas, empresas e cidadãos, pensemos nos mortos, nas famílias inteiras soterradas, nas vidas destroçadas debaixo do barro, antes de sermos tolerantes com ocupação em encostas, com destruição de matas ciliares, com o adensamento de áreas de risco, com mudanças de conveniência nas legislações. Não há mais espaço para empurrar os problemas ambientais com a barriga, como tentam fazer alguns, e deixar para "o próximo" o ônus de medidas ditas antipáticas. A omissão que ceifa vidas humanas tem que acabar, mesmo à custa de incompreensões.
Nos tempos atuais, há mais um componente na agenda ética: não se deixar corromper diante das pressões para ignorar a proteção ambiental e as medidas de precaução exigidas pela intensificação dos fenômenos naturais. Quem detém algum tipo de representação pública deve se convencer de que é preciso mudar profunda, rápida e estruturalmente os usos e costumes, de modo a preparar o País para um futuro de sérios desafios ambientais. Cada vez mais, não é só uma questão de errar, corrigir o erro e aprender com ele. Agora a palavra de ordem é prevenir o erro, para que não se repitam os olhares perdidos, os rostos esvaziados, o choro inconsolável, a desesperança e as mortes que vimos nesses últimos dias em Santa Catarina.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente.

Devolta a ativa.

Depois de 12 dias no estaleiro, me recuperando do ataque de um enxame de abelhas sofrido no ato de cumprimento de meu dever enquanto Fiscal Ambiental, onde por pouco não ia reencontrar meu pai lá do outro lado, estou de volta para atualizar nosso BLOG com novos artigos, matérias e opiniões acerca das questões ambientais que estão em voga pelo nosso estado, país e pelo mundo.
Gostaria de agradecer o apoio e confiança de todos que acessão este BLOG, e o tem como uma referência de informação ou pesquisa sobre os diferentes temas relacionados a causa ambiental.
Um grande abraço à todos.

Gustavo Szilagyi

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

GRITO-VERDE: 10.000 acessos em um ano.

Prezados amigos,

Gostaria de agradecer a todos aqueles que durante um ano, tem nos acompanhado no desenvolvimento deste blog, enviando matérias, artigos ou mesmo contribuíndo com sua participação nos debates e nas enquetes abertas pelo Blog.
Quando decidimos criar um BLOG para se discutir a questão ambiental na nossa cidade e no nosso estado, incentivados inclusive pelo amigo Kalazans Bezerra, do Movimento Pró-Pitimbu, não imaginavamos que este blog fosse ter tantos acessos e fazer tanto barulho.
Creio que nosso dever de informar e motivar o debate acerca das questões ambientais em nossa cidade e estado tem surtido o efeito desejado, e nos instiga a avançar cada vez mais nesta luta que não é só minha, nem do amigo leitor, mas sim de todos nós.
Mais uma vez MUITO OBRIGADO pelo seu apoio e pela sua força. Vamos em frente, na luta pela construção de uma sociedade cada vez mais justa para todos nós, com respeito ao meio ambiente, mas sobre tudo, com respeito a VIDA.

Um grande abraço;

Gustavo Szilagyi